Convite aberto a todos para ouvir o nosso colega Paulo Gomes na FEUP!
Segundo as palavras do próprio Paulo:
O JAZZ POR DENTRO
15 de Dezembro 2009, às 18.30
Auditório da Faculdade de Engenharia do Porto
Entrada livre
Trata-se de uma espécie de concerto comentado, com a actuação ao vivo de cinco músicos, durante o qual chamo a atenção da plateia para alguns dos aspectos que tornaram esta música um dos géneros artísticos de maior dimensão do sec XX.
O objectivo mais importante, é demonstrar que esta não é uma música elitista e executada apenas para ouvidos conhecedores, mas sim algo de fascinante e muito facilmente apreensível.
Este projecto foi pensado para ser divulgado ao ouvinte comum.
Por isso, através duma linguagem acessível e de exemplos apresentados num ambiente descontraído e informal, o público será surpreendido pela simplicidade de uma música frequentemente considerada complexa.
O quinteto de serviço é composto por:
Paulo Gomes – Piano e comentários
Fátima Serro – Voz
João Pedro Brandão - Saxofone e Flauta
Hugo Carvalhais – Contrabaixo
Leandro Leonet - Bateria
Mostrar mensagens com a etiqueta Paulo Gomes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Paulo Gomes. Mostrar todas as mensagens
15/12/09
Paulo Gomes: O Jazz por dentro
Etiquetas:
Agenda,
Apresentações,
Contrabaixo,
Improvisação,
Jazz,
Paulo Gomes,
Performance,
Piano,
Saxofone,
Sopros,
Voz
06/11/09
We also loves you, Porgy!
Uma próxima apresentação no dia 20 de Novembro, irá introduzir alguma informação sobre a tradição jazzistica, nomeadamente o conceito de "canon" ou repertório dentro de uma actividade que é caracterizada pela transformação do material de origem através da prática da improvisação. Que define um standard? Existe tradição notacional? Que parâmetros musicais são transmitidos pela notação abreviada ou leadsheet? Quais são as estratégias de preparação dos músicos de jazz para o palco?
A apresentação de Paulo Gomes usará como foco e exemplo a maravilhosa I loves you Porgy de G. Gershwin, da ópera Porgy & Bess, obra que bem representa a confluência de estilos e tradições musicais - falo do jazz e a chamada "música clássica" - aparentemente separados por um abismo cultural, e no entanto, tão próximos nas suas fontes e matérias primas (o som, os acordes tríades, a tonalidade, a forma, etc.)
I Loves You Porgy
I Loves You Porgy
Deixo aqui dois vídeos que têm I loves you Porgy como ponto de partida.
Para abrir o apetite, e tirado de um concerto em directo de Keith Jarrett, o primeiro vídeo mostra, na minha opinião, a capacidade imensa de reelaboração deste músico extraordinário. A reharmonização surpreendente, que ilumina cantinhos da canção que julgávamos conhecer bem; o tratamento contrapuntístico, que nos leva a um mundo distante da canção original, e no entanto surge organica e naturalmente dela; a forma ingénua como ele usa a melodia da parte central como introdução...
(sim, já sei que a experiência de alguns ficará estragada pelas caretas e contorsões corporais de Jarrett; eu tento ouvir e não olhar muito para ele!)
O segundo, tirado do site de Dough Mackenzie, ilustra com ajuda da notação automática e a análise "em tempo real", a música que se va ouvindo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
