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18/11/10

Do BeBop ao Jazz Modal

Deixo o suporte gráfico que Fernando Rodrigues utilizou para a sua sessão sobre a transição entre o Bebop e o jazz modal. Se desejam o material de audio e video, é só pedir (joseparra@esma-ipp.pt)


Bebop Jazz Modal

Benjamin Britten - Winter Words

No passado dia 10 de Novembro, João Terleira fez uma apresentação sobre o ciclo Winter Words, de Benjamin Britten.

Eis a ligação para uma série de vídeos com a canções. Poderão seguir os textos com a ajuda do documento que o João Terleira utilizou na apresentação.


Britten, Winter words song

21/10/10

Angela Hewitt (The Chamber Music Society)

Nesta masterclass, a eminente Angela Hewitt discute a interpretação do repertório para tecla de Bach com um grupo de estudantes de piano.



Master Class with Angela Hewitt from The Chamber Music Society on Vimeo.

22/02/10

Benjamin Zander: "You don't cry in time"

London Masterclasses. Direcção de orquestra, com Benjamin Zander

“You don’t cry in time”, são as palavras de Benjamim Zander para falar de rubato

Começarei por dizer que não sou grande fã de masterclasses. Já tive experiências muito gratificantes, das quais consegui extrair maneiras novas de olhar sobre a música. Mas essas situações foram poucas, comparativamente com as muitas em que a masterclass apenas servia como um culto a personalidade do master, por vezes com resultados pedagógicos pobres, ou mesmo desastrosos para a estabilidade emocional dos alunos!

Este vídeo ilustra excelentemente as masterclasses que têm também o poder de insuflar paixão e inteligência nas pessoas. Zander tem a capacidade de transcender a música, de conectar cada som com a experiência humana, de comunicar essa experiência de forma que pode ser, ao mesmo tempo, acessível mesmo para leigos, e significativo para os profissionais.

Mas o que mais me emociona em Zander e a sua forma de comunicar e chegar ao núcleo das pessoas com quem trabalha, o para as que fala. A sua masterclass é muito mais do que uma reunião de especialistas á procura de um conhecimento superior; é, na minha opinião, uma afirmação da capacidade humana para compreender, para transcender, para projectar e para partilhar a beleza.

Tentem não perder.

Aaron Copland

(Adaptado das notas ao programa)

Aaron Copland, Fanfare for America

Estonian Philharmonic Chamber Choir & The Tallinn Chamber Orchestra

Dirigidos por Tsnu Kaljuste

Aaron Copland (1900-1990) é o mais conhecido e apreciado por algumas composições extremamente populares, que escreveu no período 1936-49, como por exemplo Appalachian Spring, Billy the Kid e Rodeo. Ele foi um dos primeiros a captar a essência da vida americana em som. Juntamente com Gershwin, Bernstein e Ives,  criou a música que reflecte o mundo em que vivia.

Este documentário analisa a forma como um cidadão de Nova Yorke, russo de origem judaica, chegou a escrever uma música contagiante e acessível, que estabeleceu uma "voz" própria para a música americana.

O filme relata facetas da sua vida e carreira, utilizando filmes de arquivo e outras filmagens especiais para recordar a infância de Colpland no Brooklyn, a sua viagem a Paris entre 1921-24, onde continuou os seus estudos musicais com Nadia Boulanger, onde foi absorvido pelo ambiente de avantgarde daquele meio cultural. Stravinsky foi também uma influência marcante no seu trabalho. No seu retorno aos Estados Unidos, demonstrou uma determinação enérgica para criar um "som" americano, que fosse capaz de expressar o optimismo e estilo directo da vida no Novo Mundo, com a sua mistura multi-racial.

O filme evoca também a vida de Copland em Nova York, como jovem e ainda obscuro compositor, numa época em que viveu com simplicidade, e trabalhou com grande disciplina, absorvendo as linguagens do jazz e do ragtime. Finalmente, chega ao seu ano de sucesso, que lhe trouxe um grau de popularidade raramente alcançado por um compositor contemporâneo clássico.

O documentário inclui excertos de entrevistas com Copland, com seu biógrafo, Howard Pollack, e com o maestro americano Hugh Wolff, um expoente da sua música. Wolff também dirige a Frankfurt Radio Symphony Orchestra em passagens de algumas das mais famosas obras do compositor, incluindo Fanfare for a Simple Man, Symphony No. 3, 12 Poems by Emily Dickinson (com a mezzo soprano Stella Doufexis), El Salon México, etc.. Aparece um excerto de um vídeo de Benny Goodman, a tocar o Concerto para Clarinete por ele encomendado ao compositor, bem como imagens de Leonard Bernstein dirigindo o  Lincoln Portrait para orador e orquestra, e dança de Martha Graham para Appalachian Spring.






Gonzalo Rubalcaba




(adaptado das notas ao programa, classical tv)


O pianista cubano Gonzalo Rubalcaba teve uma recepção muito calorosa no Munich Klaviersommer.

Junto a ele estiveram Reinaldo Melian (trompete), Philipe Cabrera (contrabaixo) e Julio Barretto (percussão). A contagiante  vitalidade da sua música, com a sua surpreendente mistura de ritmos, atmosferas e sons, suscitaram estas palavras de Werner Burkhardt, no Süddeutsche Zeitung: "Mesmo quando Rubalcaba toca baixinho, tens que ouvi-lo. Mas quando 'abre a caixa', ele faz acordar em nós a mais desavergonhada urgência de vivir a vida até não poder regressar".

Esta gravação em vivo, que inclui vários temas de Rubalcaba,  Charlie Parker e Miles Davis, captura a atmosfera electrizante que o grupo gerou.

15/12/09

Paulo Gomes: O Jazz por dentro

Convite aberto a todos para ouvir o nosso colega Paulo Gomes na FEUP!

Segundo as palavras do próprio Paulo:

O JAZZ POR DENTRO

15 de Dezembro 2009, às 18.30

Auditório da Faculdade de Engenharia do Porto

Entrada livre

Trata-se de uma espécie de concerto comentado, com a actuação ao vivo de cinco músicos, durante o qual chamo a atenção da plateia para alguns dos aspectos que tornaram esta música um dos géneros artísticos de maior dimensão do sec XX.

O objectivo mais importante, é demonstrar que esta não é uma música elitista e executada apenas para ouvidos conhecedores, mas sim algo de fascinante e muito facilmente apreensível.

Este projecto foi pensado para ser divulgado ao ouvinte comum.

Por isso, através duma linguagem acessível e de exemplos apresentados num ambiente descontraído e informal, o público será surpreendido pela simplicidade de uma música frequentemente considerada complexa.

O quinteto de serviço é composto por:

Paulo Gomes – Piano e comentários

Fátima Serro – Voz

João Pedro Brandão - Saxofone e Flauta

Hugo Carvalhais – Contrabaixo

Leandro Leonet - Bateria

21/11/09

Zander, ou A viagem de Si até Mi

Boa noite.Talvez seja por vir inspirado dum concerto de Sta. Cecília no Conservatório, em que os professores decidem celebrar num bonito ambiente de festa, a razão de todos nós sermos músicos...Ou talvez inspirado pelas vossas apresentações destas últimas semanas...

Na realidade não sei por quê, mas gostaria muito que dessem uma olhadela a esta bela apresentação de Benjamin Zander, sobre uma coisa bem intangível, que resiste à colocação de etiquetas ou títulos, mas que tenho certeza todos vocês entenderão bem. Serão 20 minutos ganhos, não perdidos!

17/11/09

Martha my dear: Beatles segundo Brad Mehldau

"Don't be fooled: the gracious surface charm of this song is more substantively belied by novel touches in the departments of form, phrasing and harmony than you might ever notice without a closer look"
(Allan W. Pollack, sobre Martha my Dear, dos Beatles)


Talvez os que assistiram à apresentação de Pedro sobre subdivissão no jazz lembrem alguns comentários que foram feitos sobre o pianista Brad Mehldau. Pedro referiu o seu extraordinário sentido rítmico, e falamos de versões de música pop realizadas no âmbito da música de jazz.

Bom, deixo aqui dois vídeos, um com a canção Martha my dear, dos Beatles (devo confessar, uma das minhas favoritas); o outro tem um maravilhoso e imaginativo "estudo" de Brad Mehldau sobre o conteúdo (não tão ingénuo assim!) da célebre canção.

No fim, deixo a ligação para um estudo musicológico da canção, da autoria de Allan W. Pollack, cuja leitura e exemplo recomendo vivamente para aqueles interessados em analizar música pop com propriedade e inteligência.



O diabólico Paganini

Os que assistiram à apresentação de Juan Mansilla sobre o Carnaval op. 9 de Schumann, lembrarão a súbita interrupção que Paganini, faz no meio da festa, atraindo todas as atenções com a sua magnética personalidade, fama e glamour. Na peça de Schumann a entrada de Paganini era apresentada como inoportuna e fora de lugar (uma consequência da fraca opinião de Robert pela música de Niccolò).
Para não deixar Paganini muito humilhado, pensei em traduzir este excelente post do jrtapia, que podem ler enquanto ouvem/vêm A Campanella, estudo de Liszt-PAganini tocado pelo Evgeny Kissin:


(Traduzido livremente do post "N. Paganini - F. Liszt: La campanella", no blog Audición y Apreciación musical):


A 9 de março de 1831, Niccolò Paganini dava seus primeiros concertos em Paris. Durante os anos anteriores muitas histórias corriam de boca em boca sobre este génio do violino, estranho e enervante. Quando, bem na década de quarenta, a sua figura misteriosa finalmente surgiu em Viena, Paris e Londres, para confirmar a legenda que lhe precedia, o efeito foi indescritível.

Um novo e demoníaco estilo performativo (estas é a palavra mais frequente em tudo o que foi escrito sobre Paganini), com um abandono selvagem, saltou dos seus dedos, acabando com a compostura de todos os que ouviram. O seu aspecto magro e murcho, e sua expressão selvagem eram os complementos aterradores da música que tocava. Não admira que lhe fossem atribuídos pactos com o diabo.

A sua paranóia chegou ao ponto de dar as partituras de suas obras para orquestra só para os ensaios, e recolhe-las imediatamente após o concerto, para evitar que fossem copiadas. Quase nada de sua produção foi publicada durante a sua vida.

Franz Liszt estava na platéia durante essa noite de 1831. Nunca se recuperou da experiência. "Durante duas semanas, a minha mente e minhas mãos eram as de um louco", ele escreveu para seu discípulo Pierre Wolff. "Prático quatro a cinco horas por dia ... Se eu não enlouquecer, você vai encontrar em mim um verdadeiro artista. Deus, quanto sofrimento e miséria, tanta agonia nessas quatro cordas!"

A magia pura de Paganini, o acrobata músico, deixou Liszt sem fôlego e o levou-o a desejar ser o Paganini do teclado. Mergulhou nos 24 Caprichos do italiano e, em 1838, apresentou a transcrição de cinco deles como Transcendental Etudes d'après Paganini. "Intocáveis", é o adjetivo mais suave que lhes foi atribuído. Intocáveis eram, de facto, pelo menos na sua primeira versão. Liszt realizou duas versões destes estudos, a primeira no mesmo ano de 1838, e a segunda e última em 1851, um ano antes de escrever uma das maiores obras já compostas para o piano: a Sonata em Si menor.

A versão 1851, que é a mais comum hoje, foi intitulada Grandes Études de Paganini. Além das cinco transcrições dos Caprichos, a série incluia uma transcrição do segundo movimento do Concerto para Violino em Si menor do genovês: La Campanella. A transcrição para piano é em Sol # menor.

Para os mais curiosos, este documentário fascinante sobre a figura de Paganini

"Paganini's Daemon : A Most Enduring Legend". Vale a pena!

Six Épigraphes Antigues - Debussy (II)

Aproveito esta mensagem para deixar a apresentação de slides do Luís Duarte, sobre esta peça de Debussy. Podem ouvir novamente a música e ler a partitura neste post publicado no dia 28/10/09.
Six Epigraphes Antiques_Debussy

12/11/09

Robert Schumann - Carnaval op. 9

Amanhã, dia 13 de Novembro teremos uma apresentação sobre o Carnaval, op. 9 de Schumann, a cargo de Juan Mansilla. Carnaval foi escrita no período de 1834-1935. É subtitulada Scènes mignonnes sur quatre notes. Consiste de 22 peças para piano conectadas por um motivo recorrente.

As seções de Carnaval são as seguintes:

1. Préambule (Lá bemol)
2. Pierrot (Mi bemol)
3. Arlequin (Si bemol)
4. Valse noble (Si bemol)
5. Eusebius (Mi bemol; em alusão à calma, ao lado ponderado do compositor)
6. Florestan (Sol menor; em alusão ao lado furioso e impetuoso do compositor)
7. Coquette (Si bemol; em alusão ao criado galanteador da casa de Friedrich Wieck)
8. Réplique (Sol menor)
Sphinxes
9. Papillons (Si bemol)
10. A.S.C.H. - S.C.H.A: Lettres Dansantes (Mi bemol)
11. Chiarina (Dó menor; em alusão à Clara Wieck)
12. Chopin (Lá bemol)
13. Estrella (Fá menor; em alusão à Ernestine von Fricken)
14. Reconnaissance (Lá bemol)
15. Pantalon et Colombine (Fa menor)
16. Valse Allemande (Lá bemol; valsa alemã)
Intermezzo: Paganini (Fá menor; que é uma reprise da Valse Allemande)
17. Aveu (Fá menor)
18. Promenade (Ré bemol)
19. Pause (Lá bemol; conduzindo diretamente sem pausa para...
20. Marche des "Davidsbündler" contre les Philistins (Lá bemol, em que algumas citações de certas seções anteriores reaparecem transitoriamente).

Schumann - Carnaval, Op 9









09/11/09

Bach nesta 6ª


Nesta 6ª feira, 13 de Novembro, uma das apresentações em classe será dedicada à Fuga #18, em G# menor, do Cravo Bem Temperado (livro II). Deixo aqui um vídeo da Angela Hewitt, com a interpretação do Preludio e Fuga. A intérprete também fala brevemente sobre a música. Espero que achem interessante.

WTK II G#m.




06/11/09

We also loves you, Porgy!

Uma próxima apresentação no dia 20 de Novembro, irá introduzir alguma informação sobre a tradição jazzistica, nomeadamente o conceito de "canon" ou repertório dentro de uma actividade que é caracterizada pela transformação do material de origem através da prática da improvisação. Que define um standard? Existe tradição notacional? Que parâmetros musicais são transmitidos pela notação abreviada ou leadsheet? Quais são as estratégias de preparação dos músicos de jazz para o palco?
A apresentação de Paulo Gomes usará como foco e exemplo a maravilhosa I loves you Porgy de G. Gershwin, da ópera Porgy & Bess, obra que bem representa a confluência de estilos e tradições musicais - falo do jazz e a chamada "música clássica" - aparentemente separados por um abismo cultural, e no entanto, tão próximos nas suas fontes e matérias primas (o som, os acordes tríades, a tonalidade, a forma, etc.)

I Loves You Porgy

Deixo aqui dois vídeos que têm I loves you Porgy como ponto de partida.
Para abrir o apetite, e tirado de um concerto em directo de Keith Jarrett, o primeiro vídeo mostra, na minha opinião, a capacidade imensa de reelaboração deste músico extraordinário. A reharmonização surpreendente, que ilumina cantinhos da canção que julgávamos conhecer bem; o tratamento contrapuntístico, que nos leva a um mundo distante da canção original, e no entanto surge organica e naturalmente dela; a forma ingénua como ele usa a melodia da parte central como introdução...
(sim, já sei que a experiência de alguns ficará estragada pelas caretas e contorsões corporais de Jarrett; eu tento ouvir e não olhar muito para ele!)


O segundo, tirado do site de Dough Mackenzie, ilustra com ajuda da notação automática e a análise "em tempo real", a música que se va ouvindo.

31/10/09

Rir com musicalidade

Literalmente, sem palavras, mas (espero) com muitos risos...





28/10/09

Six Épigraphes Antiques (C. Debussy)

Deixo aqui um convite para ouvir/ler esta bonita peça de Debussy, que será proximamente objecto de uma apresentação em classe.

Podem visualizar a partitura e ouvir cada um dos 6 Epigraphes numa janela separada de vídeo

Para ver a apresentação de slides utilizada na apresentação, fazer clic aqui

SCORE Debussy SixEpigraphesAntiques4hds











Debussy e Feux d'artifice


O primeiro volume dos Préludes foi composto apenas em dois meses (entre o início de Dezembro de 1909 e início de Fevereiro de 1910).

Feux d'artifice, o prelúdio com que Debussy conclui os seus dois volumes de Prelúdios, é notável, não tanto pelas suas inovações e efeitos de pirotecnia, como pelo carácter visionário e a sua antecipação dos estilos de composição do futuro. Feux d'artifice pode ser descrito como uma composição totalmente atonal, porque a sua estrutura harmónica carece de qualquer ponto de referência tonal coerente. A impressão de novidade é ainda reforçada pelo carácter fragmentado de sua forma e material temático.

Apresento neste vídeo uma breve análise e performance de Feux d'artifice. Podem visualizar paralelamente a partitura (é preciso descer até a página 66 do Cahier II completo).






21/10/09

Fuga nº. 9: Mi M. (O Cravo bem Temperado, Livro I)

Abrindo caminho para algumas apresentações futuras na classe, sobre o tema do contraponto e da forma prelúdio e fuga, peço a vossa atenção para este interessante trabalho de Timothy A. Smith. Integrando sabiamente áudio, animação e comentário (podem optar pela tradução portuguesa), visita a maior parte dos prelúdio e fugas do Cravo bem Temperado com uma perspectiva sempre nova.

Nesta discussão da Fuga nº 9 em Mi M, do Livro I, relaciona a geração do tecido contrapuntístico com algumas ideias e processos da ciência genética. Na minha opinião, é um excelente, conciso e bem argumentado comentário sobre uma peça de repertório.
A explicação completa, também em versão portuguesa, pode ser lida em formato pdf no URL http://jan.ucc.nau.edu/~tas3/wtc/i09.html#movie

Esta ligação é apenas para a fuga em causa, mas recomendo uma visita ao site, também.

Fugue No. 9: E Major (Well-Tempered Clavier Book I)

02/10/09

Partita nº4 em Ré M, de Bach, em Listening Notes

O programa, já lendário, da BBC-3 Discovering Music-Listening Notes poderá ser interessante para muitos amantes da música. De forma relaxada, mas muito bem documentada, o programa visita obras do repertório (algumas estabelecidas, mas também sem esquecer a nova música), e fornece ao ouvinte/internauta um guia para a audição.

A informação é apresentada de forma acesível e organizada. Faço este destaque da presença do abundante material do programa Listening Notes na internet, entre outros motivos, porque o programa também constitui um bom exemplo de como se pode criar um discurso interessante e informativo sobre o repertório, sem perder o rigor e ao mesmo tempo, sem se tornar inacesível.

Voltaremos ao Listening Notes neste blog. Para já, podem visitar o que eles construiram a volta da Partita nº4 em Ré M, de J.S. Bach

28/09/09

Leon Fleisher: As ultimas sonatas para piano de F. Schubert

O memorável e ainda vibrante Carnegie Hall tem uma importante presença na web. Uma rede de espaços diversificados cuja visita regular recomendo vivamente. Já apresentamos os quartetos de corda de Bartok pelo Emerson Quartet, desta mesma série, na lista de enlaces na coluna direita deste blog.

Agora queria apresentar as ultimas 4 sonatas para piano de Schubert, vistas sob a perspectiva de Leon Fleisher. O site inclui vídeo com interessantes masterclasses, audição e visualização da partitura e outros materiais de apoio. Não percam!

Deixo ainda um enlace para um artigo interessante sobre três destas sonatas (wikipedia)